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Imóveis

NÃO TENHO FIADOR. COMO FAÇO PARA ALUGAR UM IMÓVEL?

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Alugar um imóvel parece ser uma tarefa difícil. Porém, atualmente, há muitas maneiras de se oferecer uma garantia à locação. Nem sempre você precisará de um fiador e muito menos precisará gastar dinheiro com isso. Saiba como funcionam algumas das principais modalidades de garantia e procure alugar numa imobiliária que atenda suas necessidades:

1) SEGURO FIANÇA:

A análise cadastral é feita pela companhia seguradora. Exige-se do inquilino comprovação de renda, estabilidade e grau de endividamento baixo.

Vantagens para o inquilino

: além da agilidade, a facilidade por não ter que se sujeitar a pedir favores a amigos ou parentes, independência, possibilidade de parcelamento ou pagamento à vista. Outra vantagem é a possibilidade de utilização de uma cesta de serviços que muitas seguradoras oferecem,tais como;Consertos emergenciais, chaveiro, encanador, instalações, etc. Esta modalidade tem custo o qual corresponde em média ao valor de um aluguel e meio.

2) TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO:

É um título de crédito regulamentado pela SUSEP adquirido num prazo determinado com a finalidade de guardar dinheiro e participar de sorteios. O valor do investimento varia de imobiliária para imobiliária. Porém,é em média correspondente ao valor de 6 (seis) aluguéis ou, a critério do proprietário que pode exigir mais ou menos. A compra deve ser feita à vista e tem atualizações mensais no seu valor, em geral pela TR (mesma taxa utilizada na caderneta de poupança) e também por uma taxa de juros que pode ser variável. Ao término da locação, não havendo inadimplência, o valor é restituído ao locatário.

Vantagem para o inquilino

: Além da agilidade,é a possibilidade de apenas reter a quantia oferecida em garantia,a qual lhe gerará rendimentos similares a uma poupançae retornará ao inquilino ao final da locação.

3) CAUÇÃO IMOBILIÁRIA: 

Este é recurso utilizado, principalmente, nos seguintes casos: a) inquilino vem de outra cidade ou estado,mas possui em sua cidade de origem alguém que tem imóvel com escritura definitiva e registrada. Este imóvel pode ser oferecido em garantia à locação; b) inquilino que tem um imóvel próprio e deseja alugar outro; c) casos em que inquilino e fiador não tem renda mínima comprovada; d) casos em que o valor do aluguel é alto e o locador exige uma garantia consistente e o seguro fiança, por exemplo, fique inviável por conta do alto valor. A caução imobiliária, em todos estes casos, pode ser uma alternativa. Como funciona: procede-seaaverbação na matrícula do imóvel, realizada no Cartório de Registro de Imóveis onde o imóvel encontra-se cadastrado,indicando que o imóvel servirá de garantia para a locação.

Vantagem para o inquilino:

Possibilidade de oferecer uma garantia que supra as necessidades da locação de formaeconomicamente viável.

4) FIADOR:

A análise cadastral é feita pela imobiliária. O fiador deverá ter renda mínima comprovada de três vezes o valor do aluguel e imóvel com escritura definitiva e registrada na região onde o imóvel pretendido está localizado. Neste caso, o inquilino também deve ter renda comprovada de pelo menos três vezes o valor do aluguel.

Vantagem para o inquilino:

agilidade e custo zero.

 

5) SEM GARANTIA:

Esta modalidade é pouco praticada por imobiliárias e proprietários, porém também é possível alugar um imóvel sem oferecer qualquer tipo de garantia. A vantagem para o inquilino é clara: não há o que apresentar. Porém este deve ficar atento pois em caso de inadimplência pode sofrer uma ação de despejo com efeitos muito mais rápidos. Segundo a lei, o despejo decreta-se em 15 dias após a intimação. Portanto, para escolher esta modalidade esteja certo de que irá cumprir fielmente com suas obrigações.

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CAIXA REDUZ JUROS DE FINANCIAMENTO IMOBILIARIO

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Banco também anunciou elevação do teto de financiamento do imóvel usado. Para Secovi-SP, medidas impactam positivamente o mercado imobiliário.

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira, 16/4, a redução dos juros do financiamento para a casa própria para operações realizadas pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).

Esse foi o primeiro corte desde o mês de novembro de 2016. Com a alteração, a taxa mínima cai de 10,25% para 9% ao ano no caso de imóveis enquadrados no SFH (Sistema Financeiro de Habitação) e de 11,25% para 10% ao ano para aqueles dentro do SFI (Sistema Financeiro Imobiliário).

A título de exemplo, em simulação para aquisição de imóvel novo de R$ 250 mil, com 80% financiado, a queda da taxa de juros de 10,25% para 9% representa, em 20 anos, uma diferença de R$ 25,1 mil de juros no bolso do comprador. Adiciona-se, ainda, o fato de que a diferença entre a prestação inicial e a renda exigida do tomador do financiamento cai mais de 8%.

“Tendo em vista que o mercado imobiliário, em muitas cidades como São Paulo, já iniciou seu processo de retomada, essa medida potencializa o círculo virtuoso da recuperação do setor”, diz Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

Além disso, o banco comunicou que elevou de 50% para 70% o teto de financiamento de imóveis usados, retornando ao antigo patamar que vigorou até setembro de 2017.

Para o Secovi-SP, quando o teto para financiamento do imóvel usado aumenta, automaticamente, mais pessoas são incluídas no mercado imobiliário, pois a quantia de dinheiro que o adquirente precisará para dar a entrada será menor.

Há, também, o fato de que muitas pessoas precisam vender seu imóvel usado para adquirir um novo. Com essa venda facilitada pelas novas condições de financiamento, o setor de imóveis novos também é impactado.

Para os imóveis do mercado primário, o teto de financiamento permanece em 80%.

Ainda segundo a Caixa, os recursos disponíveis para o crédito habitacional neste ano são de R$ 82,1 bilhões.

 

FONTE: SECOVI SP

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Imóveis

6 DICAS NA HORA DE VISTORIAR UM IMÓVEL ALUGADO

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Seja você inquilino ou proprietário, é importante acompanhar a vistoria no imóvel alugado onde serão anotadas as condições de conservação do imóvel. A imobiliária sempre disponibiliza uma pessoa para esta tarefa. Porém, será necessário conferir os detalhes e apontar eventuais divergências. Seguem 8 dicas valiosas para evitar dores de cabeça na hora da devolução do imóvel:

1) PINTURA: Avalie se a pintura foi bem feita, se não há falhas, manchas ou partes descascadas. Lembrando que desgaste natural não será motivo de ressarcimento;

2) INSTALAÇÕES ELÉTRICAS: Teste todas as tomadas, interruptores e bocais, assim como eventuais aparelhos elétricos tais como aquecedores, chuveiros, eletrodomésticos. Não se esqueça de testar também, se houver, os interfones e portões elétricos. Verifique o quadro de luz e disjuntores. Finalmente verifique pontos de antena para TV, telefone e cabos de rede, se for o caso;

3) INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: Ligue todas as torneiras e deixe sair a água por cerca de dois minutos para verificar se não existem vazamentos. Verifique também as descargas e bacias sanitárias. Fique de olho em rachaduras, vazamentos e sinais de infiltrações. Olhe os sifões e teste pias, tanques e ralos para saber se há vazão suficiente;

4) REVESTIMENTOS CERÂMICOS E REJUNTES: Avalie se não existem peças danificadas. Bata com um cabo de vassoura para identificar eventuais peças mal colocadas as quais emitirão um som cavo, por estar oco;

5) ESQUADRIAS, JANELAS E PORTAS: Verifique se janelas, vitrôs, portas, portões abrem e fecham sem problemas, se há trincas, maçanetas, chaves. Avalie o estado de pintura destes itens além dos vidros para identificar eventuais trincas. No caso de janelas e portas de madeira é bom avaliar se não há resíduos do tipo pó que podem indicar a presença de cupins ou brocas;

6) GARAGENS: Principalmente em condomínios ou casas onde existam mais de uma unidade é sempre bom conferir e identificar o local exato das vagas de garagem, bem como o sistema de uso, como sorteio por exemplo;

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Condomínios

VAZAMENTO NA UNIDADE VIZINHA E AGORA?

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Vazamentos já são problemáticos por si só mas se envolverem a unidade vizinha podem gerar uma grande dor de cabeça. Porém, apesar de incômodo, há solução. Apresentamos a seguir algumas dicas de quais os passos para resolver esse transtorno tão comum nos condomínios.

1)      Certifique-se, primeiramente, que o vazamento não tenha origem na sua unidade. É importante que solicite a visita de um profissional para afirmar a situação existente.

2)      Procure o proprietário da unidade causadora do vazamento para resolver o problema de forma amigável, para firmarem acordo em que as partes se comprometam a consertar o vazamento dentro de um prazo estabelecido.

3)      Caso, não seja atendido o prazo determinado busque auxilio da administradora do seu condomínio para intermediar a situaçãoe registrar a comunicação com a unidade proveniente do vazamento.

4)      Em ultimo caso, após esgotadas todas as tentativas de solução de forma amigável e administrativa, é que se deve buscar as medidas judiciais.

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