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Imóveis

6 DICAS NA HORA DE VISTORIAR UM IMÓVEL ALUGADO

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Seja você inquilino ou proprietário, é importante acompanhar a vistoria no imóvel alugado onde serão anotadas as condições de conservação do imóvel. A imobiliária sempre disponibiliza uma pessoa para esta tarefa. Porém, será necessário conferir os detalhes e apontar eventuais divergências. Seguem 8 dicas valiosas para evitar dores de cabeça na hora da devolução do imóvel:

1) PINTURA: Avalie se a pintura foi bem feita, se não há falhas, manchas ou partes descascadas. Lembrando que desgaste natural não será motivo de ressarcimento;

2) INSTALAÇÕES ELÉTRICAS: Teste todas as tomadas, interruptores e bocais, assim como eventuais aparelhos elétricos tais como aquecedores, chuveiros, eletrodomésticos. Não se esqueça de testar também, se houver, os interfones e portões elétricos. Verifique o quadro de luz e disjuntores. Finalmente verifique pontos de antena para TV, telefone e cabos de rede, se for o caso;

3) INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: Ligue todas as torneiras e deixe sair a água por cerca de dois minutos para verificar se não existem vazamentos. Verifique também as descargas e bacias sanitárias. Fique de olho em rachaduras, vazamentos e sinais de infiltrações. Olhe os sifões e teste pias, tanques e ralos para saber se há vazão suficiente;

4) REVESTIMENTOS CERÂMICOS E REJUNTES: Avalie se não existem peças danificadas. Bata com um cabo de vassoura para identificar eventuais peças mal colocadas as quais emitirão um som cavo, por estar oco;

5) ESQUADRIAS, JANELAS E PORTAS: Verifique se janelas, vitrôs, portas, portões abrem e fecham sem problemas, se há trincas, maçanetas, chaves. Avalie o estado de pintura destes itens além dos vidros para identificar eventuais trincas. No caso de janelas e portas de madeira é bom avaliar se não há resíduos do tipo pó que podem indicar a presença de cupins ou brocas;

6) GARAGENS: Principalmente em condomínios ou casas onde existam mais de uma unidade é sempre bom conferir e identificar o local exato das vagas de garagem, bem como o sistema de uso, como sorteio por exemplo;

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CAIXA REDUZ JUROS DE FINANCIAMENTO IMOBILIARIO

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Banco também anunciou elevação do teto de financiamento do imóvel usado. Para Secovi-SP, medidas impactam positivamente o mercado imobiliário.

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira, 16/4, a redução dos juros do financiamento para a casa própria para operações realizadas pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).

Esse foi o primeiro corte desde o mês de novembro de 2016. Com a alteração, a taxa mínima cai de 10,25% para 9% ao ano no caso de imóveis enquadrados no SFH (Sistema Financeiro de Habitação) e de 11,25% para 10% ao ano para aqueles dentro do SFI (Sistema Financeiro Imobiliário).

A título de exemplo, em simulação para aquisição de imóvel novo de R$ 250 mil, com 80% financiado, a queda da taxa de juros de 10,25% para 9% representa, em 20 anos, uma diferença de R$ 25,1 mil de juros no bolso do comprador. Adiciona-se, ainda, o fato de que a diferença entre a prestação inicial e a renda exigida do tomador do financiamento cai mais de 8%.

“Tendo em vista que o mercado imobiliário, em muitas cidades como São Paulo, já iniciou seu processo de retomada, essa medida potencializa o círculo virtuoso da recuperação do setor”, diz Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

Além disso, o banco comunicou que elevou de 50% para 70% o teto de financiamento de imóveis usados, retornando ao antigo patamar que vigorou até setembro de 2017.

Para o Secovi-SP, quando o teto para financiamento do imóvel usado aumenta, automaticamente, mais pessoas são incluídas no mercado imobiliário, pois a quantia de dinheiro que o adquirente precisará para dar a entrada será menor.

Há, também, o fato de que muitas pessoas precisam vender seu imóvel usado para adquirir um novo. Com essa venda facilitada pelas novas condições de financiamento, o setor de imóveis novos também é impactado.

Para os imóveis do mercado primário, o teto de financiamento permanece em 80%.

Ainda segundo a Caixa, os recursos disponíveis para o crédito habitacional neste ano são de R$ 82,1 bilhões.

 

FONTE: SECOVI SP

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Condomínios

VAZAMENTO NA UNIDADE VIZINHA E AGORA?

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Vazamentos já são problemáticos por si só mas se envolverem a unidade vizinha podem gerar uma grande dor de cabeça. Porém, apesar de incômodo, há solução. Apresentamos a seguir algumas dicas de quais os passos para resolver esse transtorno tão comum nos condomínios.

1)      Certifique-se, primeiramente, que o vazamento não tenha origem na sua unidade. É importante que solicite a visita de um profissional para afirmar a situação existente.

2)      Procure o proprietário da unidade causadora do vazamento para resolver o problema de forma amigável, para firmarem acordo em que as partes se comprometam a consertar o vazamento dentro de um prazo estabelecido.

3)      Caso, não seja atendido o prazo determinado busque auxilio da administradora do seu condomínio para intermediar a situaçãoe registrar a comunicação com a unidade proveniente do vazamento.

4)      Em ultimo caso, após esgotadas todas as tentativas de solução de forma amigável e administrativa, é que se deve buscar as medidas judiciais.

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Imóveis

BARULHO FORA DO HORÁRIO

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Ruídos da vizinhança é uma reclamação recorrente em muitos condomínios. Seja por músicas em alto som, festas dentro de apartamentos, crianças correndo pela casa, móveis arrastados no meio da noite ou aquele salto fino que insiste em perambular logo cedo ou mesmo aquele casal que faz questão de extravasar na hora do sexo. A verdade é que o barulho tira qualquer um do sério e embora existam leis específicas a respeito, nada melhor do que resolver a questão de forma amigável. Sabe-se que nem sempre isso é possível, portanto, seguem algumas dicas de como tratar esse assunto tão delicado:

1)      Primeiramente, antes de registrar uma reclamação analise se a situação ocorre com frequência ou eventualmente. Pois, em caso de eventualidade vale a pena aplicar a politica da boa vizinha e tolerância.

2)      Se o barulho for emitido com frequência procure incialmente resolver a situação de forma amigável, solicite intermediação da portaria para que alerte a unidade emissora dos barulhos  sobre  as regras condominiais.

3)      Caso não se resolva a questão de forma amigável e a unidade continuar a emitir barulhos com frequência, registre o fato no livro de ocorrência do seu condomínio, se este não dispuser deste recurso, então, encaminhe e-mail ao sindico ou para a administradora do seu condomínio para que a unidade seja advertida e na persistência da situação, multada.

4)      Procure sempre não se expor além do necessário, assim evitará discussões e situações desagradáveis com o seu vizinho.

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